Fórum Mundial de Direitos Humanos é lançado em Brasília Beltrame diz que polícia pode reconstituir trajeto de Amarildo Ministério da Justiça multa bancos por desrespeito ao consumidor Para a maioria dos 2.002 entrevistados pelo Ibope, a Justiça brasileira não é digna de confiança – apenas 46% deram uma resposta afirmativa. Na comparação com o ano anterior, houve uma queda de sete pontos percentuais. Já a instituição que goza de maior prestígio entre os brasileiros é o Corpo de Bombeiros, primeiro lugar com 77% de confiança (seis pontos a menos do que em 2012), seguido pelas Igrejas (66%, queda de cinco pontos) e das Forças Armadas (64%, queda de sete pontos). A Polícia, por sua vez, obteve um resultado pouco melhor do que a Justiça (48%, queda de seis pontos). Entre as piores instituições avaliadas, a lanterna ficou para os partidos políticos (25%, queda de quatro pontos), seguido pelo Congresso nacional (29%, queda de sete pontos) e pelo Sistema Público de Saúde (32%, queda de dez pontos). Todas as instituições incluídas na pesquisa apresentaram queda significativa – a média geral de confiança ficou em 47% (queda de sete pontos). É a primeira vez, desde que começou a ser realizada (em 2010), que a média da pesquisa fica abaixo de 50%. A instituição que apresentou a maior queda foi a Presidência da República: de 63% para 42% de confiança, queda de 19 pontos percentuais. Nenhuma instituição apresentou queda menor do que quatro pontos. Já nas avaliações de grupos sociais, a família ainda constitui o grupo mais prestigiado pelos brasileiros (90%), seguido de longe por "amigos" (67%), "vizinhos" (61%) e "brasileiros de modo geral" (56%). Veja a íntegra da pesquisa nesse link. Entre os diferentes setores da população, o melhor desempenho da justiça está na faixa etária dos jovens (50%) e nos entrevistados das zonas Norte/Centro-Oeste (52%) e Nordeste (51%). Em todos os demais, os resultados ficam abaixo da média. Entre os gêneros, há equilíbrio na falta de confiança entre homens e mulheres (47% e 45%, respectivamente). Nas religiões, ainda mais equilíbrio: 45% entre os evangélicos e 46% entre católicos e de os que professam outras crenças. Pela divisão de classes, há 48% de confiança nas classes "A" e "B", 45% na "C" e 49% nas "D" e "E". Na divisão por faixa etária, a confiança cai depois dos 24 anos: 45% de confiança entre 25 e 29 anos; 45% entre 30 e 39 anos; 44% entre 40 e 49% e 46% para as pessoas acima de 50 anos. Ao contrário do Norte/Centro Oeste e Nordeste, a região Sudeste é onde a Justiça tem menos confiança na população, apenas 41%. No Sul, uma visão bem intermediária: 47%. O Índice de Confiança Social ouviu 2.002 pessoas com mais de 16 anos em 140 municípios. A pesquisa foi realizada entre 11 e 15 de julho. fonte ultimainstancia

IBOPE Confiança do brasileiro na Justiça brasileira fica abaixo de 50%, diz pesquisa Da Redação - 02/08/2013 - 16h58 A confiança da população brasileira na Justiça e no Poder Judiciário está em baixa no país. É o que aponta uma pesquisa quantitativa realizada anualmente pelo Ibope que mede a confiança dos brasileiros em instituições e grupos sociais. De acordo com os dados do ICS (Índice de Confiança Social) divulgados nesta sexta-feira (02/8), das 18 instituições avaliadas pelo levantamento, o “Poder Judiciário/Justiça” ficou apenas na décima posição. Leia mais: Comissão sobre mortos e desaparecidos políticos pede oitiva com militares Fórum Mundial de Direitos Humanos é lançado em Brasília Beltrame diz que polícia pode reconstituir trajeto de Amarildo Ministério da Justiça multa bancos por desrespeito ao consumidor Para a maioria dos 2.002 entrevistados pelo Ibope, a Justiça brasileira não é digna de confiança – apenas 46% deram uma resposta afirmativa. Na comparação com o ano anterior, houve uma queda de sete pontos percentuais. Já a instituição que goza de maior prestígio entre os brasileiros é o Corpo de Bombeiros, primeiro lugar com 77% de confiança (seis pontos a menos do que em 2012), seguido pelas Igrejas (66%, queda de cinco pontos) e das Forças Armadas (64%, queda de sete pontos). A Polícia, por sua vez, obteve um resultado pouco melhor do que a Justiça (48%, queda de seis pontos). Entre as piores instituições avaliadas, a lanterna ficou para os partidos políticos (25%, queda de quatro pontos), seguido pelo Congresso nacional (29%, queda de sete pontos) e pelo Sistema Público de Saúde (32%, queda de dez pontos). Todas as instituições incluídas na pesquisa apresentaram queda significativa – a média geral de confiança ficou em 47% (queda de sete pontos). É a primeira vez, desde que começou a ser realizada (em 2010), que a média da pesquisa fica abaixo de 50%. A instituição que apresentou a maior queda foi a Presidência da República: de 63% para 42% de confiança, queda de 19 pontos percentuais. Nenhuma instituição apresentou queda menor do que quatro pontos. Já nas avaliações de grupos sociais, a família ainda constitui o grupo mais prestigiado pelos brasileiros (90%), seguido de longe por "amigos" (67%), "vizinhos" (61%) e "brasileiros de modo geral" (56%). Veja a íntegra da pesquisa nesse link. Entre os diferentes setores da população, o melhor desempenho da justiça está na faixa etária dos jovens (50%) e nos entrevistados das zonas Norte/Centro-Oeste (52%) e Nordeste (51%). Em todos os demais, os resultados ficam abaixo da média. Entre os gêneros, há equilíbrio na falta de confiança entre homens e mulheres (47% e 45%, respectivamente). Nas religiões, ainda mais equilíbrio: 45% entre os evangélicos e 46% entre católicos e de os que professam outras crenças. Pela divisão de classes, há 48% de confiança nas classes "A" e "B", 45% na "C" e 49% nas "D" e "E". Na divisão por faixa etária, a confiança cai depois dos 24 anos: 45% de confiança entre 25 e 29 anos; 45% entre 30 e 39 anos; 44% entre 40 e 49% e 46% para as pessoas acima de 50 anos. Ao contrário do Norte/Centro Oeste e Nordeste, a região Sudeste é onde a Justiça tem menos confiança na população, apenas 41%. No Sul, uma visão bem intermediária: 47%. O Índice de Confiança Social ouviu 2.002 pessoas com mais de 16 anos em 140 municípios. A pesquisa foi realizada entre 11 e 15 de julho. fonte ultimainstancia

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